sábado, 15 de novembro de 2008

Incompleto.

Estou há horas tentando escrever um texto para você. Procurando as frases perfeitas.
Mas não. Não é assim.
Quanto mais procuro as palavras, quanto mais penso nelas, parece que desaparecem em minha mente.
Imagino várias, misturo com outras, crio uma frase.
Não, não é esse o sentido.
Recomeço.
Achei que seria fácil escrever pra você, meu bem.
O gerúndio não me dá certeza; o futuro não está presente; o pretérito me angustia
E o tempo passa.
Mas faça!
O imperativo me diz pra escrever pra você, seu sujeito muitas vezes oculto.
Como dizer em palavras o que meus sentidos não conseguem expressar?
Vou acabar ficando com os clichês, o senso comum
O sentimento de todos
Que poucos sabem o que verdadeiramente é.

Olha, meu bem,
O que posso dizer pra te agradar?