São os clichês que você diz
Que mais soam como coisas novas para mim.
E as palavras nas mesmas horas
E a mesma alegria de ouvi-las e ouvi-las
Mais outra
E outra vez, meu bem.
Não ache que caiu no comum,
Por me dizer essas coisas,
Por provocar meu sorriso
E me fazer sentir assim,
Assim, sem palavras pra dizer
(...)
Vou parar por aqui antes de cair no clichê.
terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
poema de amanhã.
Eu ficaria acordada pra te olhar dormindo,
pra ter a sensação de te ter assim,
entregue nos meus braços.
Para acalmar seu mundo e abraçar seus medos,
vendo a vida lá fora passando ligeiro.
Eu ficaria assim por toda a eternidade,
pra sussurrar no seu ouvido palavras bobas
e dizer outras coisas sem sentido,
sentindo sua doçura que sempre se revela
com o sorriso perfeito
feito na exata medida pra me provocar.
Eu não queria mais nada do que os meus braços podem envolver,
nada mais do que o seu sorriso pode me dar.
Pára, deixa eu te olhar,
mostra o seu rosto,
revela suas faces,
que é só pra você que eu venho cantar.
pra ter a sensação de te ter assim,
entregue nos meus braços.
Para acalmar seu mundo e abraçar seus medos,
vendo a vida lá fora passando ligeiro.
Eu ficaria assim por toda a eternidade,
pra sussurrar no seu ouvido palavras bobas
e dizer outras coisas sem sentido,
sentindo sua doçura que sempre se revela
com o sorriso perfeito
feito na exata medida pra me provocar.
Eu não queria mais nada do que os meus braços podem envolver,
nada mais do que o seu sorriso pode me dar.
Pára, deixa eu te olhar,
mostra o seu rosto,
revela suas faces,
que é só pra você que eu venho cantar.
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
deixa na caixa postal.
Hoje acordei assim. Toca o telefone e não estou para o mundo. Não estou pra ninguém. Faz assim, me tira de você, do meu batom de sua camisa e daquele recado de outro dia. Hoje não quero corpos, palavras ao pé do ouvido. Nada. Só um lençol como escudo contra o mundo. Só quero meu mundo. Meus problemas sozinha. Nem olhar pro lado e ver, no espelho, um rosto marcado pela covardia e pelo orgulho.
Ah, meu bem, como eu queria lhe falar.
Mas hoje acordei assim.
Hoje não estou pra ninguém.
Ah, meu bem, como eu queria lhe falar.
Mas hoje acordei assim.
Hoje não estou pra ninguém.
pretérito mais-que-imperfeito conjugado.
Não quero cantar o mundo desse jeito que vejo: pelos olhos de um aceito, homem médio, quase louco. Essa loucura que domina as mentes, que mente para ser feliz. Felicidade barata, em vitrines exposta, esperando você ver. Felicidade pequena, com preço, volátil. Hoje, meu mundo, amanhã fique mudo e não olhe pra mim. Não se acostume. Não tenho tanto tempo para isso: me ame, me prove, me prometa e me compre e depois faça isso com outro amor. Não se preocupe que o amanhã já vem e seu gosto já vai de mim.
Não quero te cantar o mundo do meu jeito, desse jeito que sinto: pelos sentimentos de um já louco, passivo, dominado mesmo por um (ex) sentimento de você. Não olhe pra mim depois de ter confessado seu mais íntimo segredo e sonhos, de ter segurado minha mão e me deixado aqui com apenas um cigarro para acender.
Não quero te cantar mais o mundo desse jeito. De jeito nenhum, meu amor. Não vou te dar o trabalho de olhar pra mim. Não se preocupe que o que eu tinha pra você já virou bom dia com sorriso no final.
Sim, meu bem, suas previsões estavam certas.
Confesso.
(Mas o verbo, já conjuguei.)
quarta-feira, 15 de abril de 2009
rapidinho II
em cada página, uma música
em cada letra, uma lembrança de meu bem
olhe, ouça, cantamos o poeta e eu pra você
forçamos rimas e pedimos licença poética
pra criar um refrão pra ficar,
pra ficar gravado
em você.
.
terça-feira, 14 de abril de 2009
rapidinho
dois beijos,
três abraços,
quatro sorrisos
e um bem, só um bem,
meu bem.
mas, me diz,
mais pra quê?
segunda-feira, 13 de abril de 2009
poema bobinho
Dedos passeando pelos cabelos,
Promessas pra hoje e daqui a uma semana e pra todo o sempre,
O sol no rosto,
A felicidade em todo o corpo
E o hoje passando
E a vida passando
E a vontade de parar o tempo
E a vontade de chegar o para sempre
E não pára nunca!
Continua, meu bem,
Com a música de seus gestos
Sendo o som mais repetitivo dos últimos dias,
O som mais agradável de todos os dias
Vem, senta aqui, encosta sua cabeça,
Deite seus sonhos e suas juras
Deixe o que te incomoda
Não me incomodo de te ouvir
Falar as coisas mais simples
E doces
E bobas da vida.
Promessas pra hoje e daqui a uma semana e pra todo o sempre,
O sol no rosto,
A felicidade em todo o corpo
E o hoje passando
E a vida passando
E a vontade de parar o tempo
E a vontade de chegar o para sempre
E não pára nunca!
Continua, meu bem,
Com a música de seus gestos
Sendo o som mais repetitivo dos últimos dias,
O som mais agradável de todos os dias
Vem, senta aqui, encosta sua cabeça,
Deite seus sonhos e suas juras
Deixe o que te incomoda
Não me incomodo de te ouvir
Falar as coisas mais simples
E doces
E bobas da vida.
sábado, 11 de abril de 2009
faixa nº 8.
Não, não adianta, não vou cair no clichê
É um convite deselegante e caloroso demais
Para a minha racionalidade estúpida.
Não, não peça mais uma vez,
Não me coloque na situação extrema.
Não me provoque.
Na verdade,
Pensando bem,
Vendo-me diante de você,
Só posso dizer:
Provoque-me mesmo.
Me faça dizer essas coisas
Bobas ou não
De gente que já não sabe ser racional.
Gente que já se perdeu por outra gente.
Mas eu também quero me perder,
E só me achar em suas curvas,
Acabar em seu sorriso
E com uma música dedicada a mim.
Sim, eu sei,
Não há garantias.
Mas, meu bem,
Logo hoje não penso mais assim.
É um convite deselegante e caloroso demais
Para a minha racionalidade estúpida.
Não, não peça mais uma vez,
Não me coloque na situação extrema.
Não me provoque.
Na verdade,
Pensando bem,
Vendo-me diante de você,
Só posso dizer:
Provoque-me mesmo.
Me faça dizer essas coisas
Bobas ou não
De gente que já não sabe ser racional.
Gente que já se perdeu por outra gente.
Mas eu também quero me perder,
E só me achar em suas curvas,
Acabar em seu sorriso
E com uma música dedicada a mim.
Sim, eu sei,
Não há garantias.
Mas, meu bem,
Logo hoje não penso mais assim.
a um grande amigo em 11 de abril
Se eu fosse dosar em literatura,
Não caberiam em palavras
Nem Chico, Vinícius ou Tom,
Nenhum deles jamais foi capaz
De dizer em versos exatamente aquilo que penso de você.
Não têm sonetos, textos ou poemas
Com rimas ricas e versos decassílabos
Que possam dar sentido a um sentimento único.
Não, não há.
Na verdade, acho que não há mesmo sentido no que vejo de você.
É uma mistura de desejos, momentos e confissões
É alguém que, de particular, tomou conta do todo
Agora não vejo o todo sem essa parte essencial de mim.
Não tenho grandeza suficiente
Ou merecimento para te dedicar essas palavras
Mas é o que posso oferecer,
Diante do que representa pra mim.
Não tenha medo diante da vida
Não olhe pra frente e se veja sozinho
Não, não, querido.
Sua fragilidade me transforma
Faz nascer guerreira
Que não deixa que magoem seu amor.
Sempre estarei por perto
Olhe e veja meu sorriso
Que
Certamente
Sempre guardará
Espaço para você.
Não caberiam em palavras
Nem Chico, Vinícius ou Tom,
Nenhum deles jamais foi capaz
De dizer em versos exatamente aquilo que penso de você.
Não têm sonetos, textos ou poemas
Com rimas ricas e versos decassílabos
Que possam dar sentido a um sentimento único.
Não, não há.
Na verdade, acho que não há mesmo sentido no que vejo de você.
É uma mistura de desejos, momentos e confissões
É alguém que, de particular, tomou conta do todo
Agora não vejo o todo sem essa parte essencial de mim.
Não tenho grandeza suficiente
Ou merecimento para te dedicar essas palavras
Mas é o que posso oferecer,
Diante do que representa pra mim.
Não tenha medo diante da vida
Não olhe pra frente e se veja sozinho
Não, não, querido.
Sua fragilidade me transforma
Faz nascer guerreira
Que não deixa que magoem seu amor.
Sempre estarei por perto
Olhe e veja meu sorriso
Que
Certamente
Sempre guardará
Espaço para você.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Não tenho muito tempo, nem muitas palavras,
Mas um sentimento ligeiro, que de potência já virou ato.
Nunca imaginei olhar ao lado e ver o ilustre desconhecido
Conhecendo cada espaço.
Não há garantias,
Mas é um limiar fantástico.
Nunca pensei, nunca pensei
Em pensar no acaso.
Mas o caso é que tudo se inverteu
Jogaram-me do avesso,
Trocaram minha identidade.
E agora só me resta esperar pelo abraço.
Mas um sentimento ligeiro, que de potência já virou ato.
Nunca imaginei olhar ao lado e ver o ilustre desconhecido
Conhecendo cada espaço.
Não há garantias,
Mas é um limiar fantástico.
Nunca pensei, nunca pensei
Em pensar no acaso.
Mas o caso é que tudo se inverteu
Jogaram-me do avesso,
Trocaram minha identidade.
E agora só me resta esperar pelo abraço.
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