segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Nada de títulos e sem entradas triunfantes.
Tão devastador como a paixão que chega e passa e te deixa na sarjeta.
Tão eterno como o amor de pai e mãe.
Não me deixe.
Não depois de ter criado meu vício por você.
A incerteza mais segura quando olho pra frente e percebo sua mão sobre a minha.
O passado tão recente que já serve como provação.
A doçura de seus olhos e a bondade de seus atos.
Uma mistura de destino e acaso.
Filosofia com o estrago.
Tudo junto e sempre
(sempre, por favor)
do meu lado.

6 comentários:

Antonio Pereira disse...

Grandes palavras sobre coisas certas.

--- disse...

oi renata, obridaga pela gentileza da visita e do comentário.Também gostei muito do seu blog e voltarei mais vezes :)

--- disse...

Ah, tinha esquecido. Confesso dei pulinhos (ainda que metafóricos rs) de alegria quando vi a citação de "Bárbara" no Psiu. Essa música está está definitivamente entre as minhas top 10 :)

--- disse...

ahh, obrigada mais uma vez! e Chico é o verdadeiro rei!Há, não há, como voê mesma escreveu, dias de " Hoje cantarei Chico sozinha"?!Eu, pelo menos, tenho certeza que ele é uma bela sábia mulher naquele corpo de jovem sennhor rsrs

P.S: mesmo sob pena de cometer gafe monumental (rs) vou tomar a liberdade de te dar meu msn: lispector_13@ig.com.br

bjs

--- disse...

iiii sempre esqueço de alguma coisa rs "Escrever é uma forma de derramar o que me angustia e de te dizer o que tentei falar pelo menos umas mil vezes e até agora não consegui." faz todo sentido imaginável e inimaginável também!

Carlos Eduardo disse...

como um presente
um dia me deram sua amizade sincera
sua pureza e seu carinho
seu sorisso e sensibilidade
suas ideias e seu caminho

esse presente, posso dizer, meio que moldei e transformei.

meu cristalzinho reluzente, sempre estarei ao seu lado, mesmo que não seja pessoalmente.