Porque hoje me vejo transparente, despida de tudo e de mim mesma. Não há mais nada que eu possa esconder. Nem as coisas mais íntimas, nem os sonhos mais secretos e os desejos mais desvirtuados e amorais.
Eu ando assim, desse jeito, sem olhar para os pares, fugindo dos únicos, tendendo à generalidade e à abstração dos demais.
É uma mistura de caos e calmaria que parece ter se instalado permanentemente em mim. Nunca achei que fosse cuspir meus medos e receios e coisas escondidas dessa forma. Agora vejo que o limiar de outrora simplesmente foi superado. Estou dada a você de corpo e de todo.
Sem tarjas e com clichês.

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